Fratura de punho: qual o tratamento?

Atualizado em: 22/04/2021 por Dr. Fernando Moya -CRM 112046

4 minutos

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Quando uma pessoa sofre uma queda, uma das primeiras reações, na tentativa de proteger o rosto e também outras partes do corpo, é estender as mãos em direção ao chão. Como consequência desta ação, os punhos sofrem uma grande pressão e podem acabar levando o indivíduo a uma fratura.

Os ossos do antebraço são o rádio e a ulna. O rádio se estende pela parte lateral do antebraço e vai do cotovelo até o punho e mesmo se dá com a ulna, só que na face interna (medial). A fratura do rádio distal é a mais comum, e compreende a porção mais próxima da mão.

Para saber mais informações sobre a fratura de punho, como ocorrem e como é realizado o tratamento, continuem nos acompanhando.

A imagem mostra uma mão segurando um pulso.

Incidência de fratura de punho

A fratura de punho é bastante comum em crianças entre 6 e 10 anos de idade, época de desenvolvimento dos ossos, mas com regiões que ainda não estão totalmente ossificadas.

E também por volta dos 50 e 60 anos de idade, com uma maior frequência em mulheres no período da menopausa, quando existe uma fragilidade maior, muitas vezes decorrente da osteoporose, o que torna a região ainda mais sensível aos traumatismos e quedas com menor energia.

Acidentes de trânsito, principalmente os que envolvem motocicletas, crescem a cada ano, aumentando a incidência desse tipo de fratura, e se tornando um problema cada vez mais complicado, principalmente para os jovens.

Fratura de punho: como é feito o tratamento

Após sofrer uma fratura, a primeira coisa que o indivíduo pode fazer e manter o punho ou todo o membro afetado em repouso, seja com uso de tipóia ou tala e procurar um pronto atendimento o quanto antes. Quanto mais rápido tiver início o tratamento, menores serão os riscos de complicações que possam gerar deformidades ou diminuição do movimento do punho.

Em casos onde a fratura apresenta baixo grau de gravidade, a imobilização com talas ou gesso é uma alternativa. Quando não for possível posicionar o osso adequadamente, e se o caso for de uma lesão mais grave, pode ser indicada a intervenção cirúrgica. Somente o médico especialista poderá esclarecer ao paciente qual o procedimento mais indicado dentre opções, como: inserir pinos intraósseos (fios de aço), fixadores externos, ou placas e parafusos.

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Sobre o Autor

Sou Fernando Munhoz Moya Ortopedista CRM 112046 graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, em 2003.
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