Fratura exposta? Saiba como proceder em casos como este

Atualizado em: 22/04/2021 por Dr. Fernando Moya -CRM 112046

4 minutos

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Quando falamos em fratura exposta, geralmente o que vem em nossa mente é que alguma parte do corpo teve o osso quebrado, e o mesmo saiu para fora da pele, causando uma dor imensa. Sim, talvez possa ser desta maneira, mas, muitas vezes essa imagem é bem diferente, e os cuidados deverão ser rigorosos.

Continue acompanhando nosso post de hoje, pois falaremos mais sobre este assunto, para que você entenda melhor como proceder em casos como este.

A imagem mostra uma mão segurando um pulso.

Fratura exposta: definição

Uma fratura pode ser classificada como exposta quando existe o rompimento da peleque faz com que o osso seja exposto. Neste caso, existe um risco maior de infecção, por conta do contato entre o ambiente externo e a fratura, e assim ela pode ser considerada como mais perigosa, ou que exija uma atenção maior do que as fraturas fechadas.

Em geral, uma fratura exposta na região da mão pode ocorrer em situações corriqueiras como quando o dedo é atingido por alguma ferramenta como um martelo, ou ainda quando a porta do carro ou janela é fechada em cima da mão. Todos esses são casos que podem gerar uma fratura e dependendo da extensão da lesão, configurar como uma fratura exposta. Desta forma, o ideal é buscar um atendimento médico em algum pronto socorro com ortopedista para o tratamento adequado.

Os cuidados com a fratura exposta

A seguir, veja como se deve proceder em casos de fratura exposta, para evitar infecções e complicações maiores.

Primeiro, a fratura deverá ser imobilizada com um pano limpouma gaze ou uma blusa, apenas para cobrir a região e deixá-la isolada, sem compressão.

A pessoa que sofreu a fratura precisará ser levada imediatamente ao hospital, para que os riscos de infecção sejam controlados. Se não houver condições de seguir por conta própria, não exite em chamar assistência via ambulância ou SAMU.

Provavelmente, se confirmada fratura exposta, deverá ser administrado algum medicamento antibiótico, para que as chances de infecção diminuam de forma considerável. Deve ser checado o estado vacinal também do paciente, em relação ao tétano – na maioria dos casos.

Importante: Não tentar manipular a lesão e não colocar nada por cima do ferimento, como pomadas. Deixar apenas que o médico ortopedista verifique a região afetada e sugira as condutas adequadas.

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Sobre o Autor

Sou Fernando Munhoz Moya Ortopedista CRM 112046 graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, em 2003.
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