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A imagem mostra o Dr. Fernando Moya olhando para a câmera, sorrindo e de braços cruzados.Dr. Fernando Munhoz Moya
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Atualizado em: 24/08/2020 por Dr. Fernando Moya

Dedo em martelo: diagnóstico e tratamento

Dedo em martelo é uma deformidade que ocorre, mais precisamente, na extremidade do dedo, e geralmente é causada por um traumatismo que, na maioria das vezes, lesionou o tendão extensor, ou pode estar associada a uma fratura de falange. Quando isso ocorre, a ponta do dedo fica dobrada, e a pessoa se torna incapaz de movê-la, no sentido de esticar-la, sem o auxílio da outra mão.

A doença pode ser causada por diversos fatores, ou seja, por alguns traumas de grande impacto na ponta dos dedos (algo como batê-los na porta), ou durante a prática de esportes (com uma bolada no dedo). Já os sintomas dependerão do tipo de lesão, mas a dor sempre será o primeiro sinal do problema.

Para confirmar a doença e indicar o tratamento adequado, o indivíduo deverá passar por exames diagnósticos. Continue nos acompanhando para saber mais informações.

Diagnóstico de dedo em martelo: como é feito?

Se o indivíduo apresentar suspeitas de dedo em martelo, ele deverá buscar atendimento com um médico ortopedista especialista em mãos, dizer quais são os sintomas, e informar sobre seu histórico familiar de saúde.

Na maioria dos casos, é realizado o exame clínico, sendo ele suficiente para conceder o diagnóstico da doença, uma vez que, durante o procedimento, a ponta do dedo é posicionada e flexionada, e isso facilita a avaliação médica.

Pode ser solicitada também uma radiografia, para avaliar o grau do trauma, observar se há ou não fraturas e indicar o melhor tratamento para o paciente.

Por vezes uma ultrassonografia ou ressonância magnética também podem ser úteis no sentido de estabelecer o diagnóstico e proposição de tratamento mais adequado

Tratamento

O tratamento de dedo em martelo varia de acordo com a gravidade que o problema apresenta. Em casos de lesões mais leves, o médico especialista indica um tratamento conservador, com a imobilização da ponta do dedo com uma tala, que deverá ser utilizada por cerca de 8 semanas.

Enquanto o paciente estiver em tratamento, a tala não poderá ser retirada, somente com a autorização médica. Isso evitará que o dedo seja dobrado sobre a cicatriz, que está sendo formada com o tendão.

Em casos cuja lesão é mais extensa ou onde existe um fragmento ósseo de grande dimensão, é muitas vezes necessária a realização de cirurgia corretiva.

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Por Dr. Fernando Moya.

 

CRM 112046

Formado em medicina pela Universidade de São Paulo (USP), com residência em Ortopedia e Traumatologia, pelo instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP. Especialização em cirurgia da mão e microcirurgia também pelo Hospital da FMUSP.

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