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A imagem mostra o Dr. Fernando Moya olhando para a câmera, sorrindo e de braços cruzados.Dr. Fernando Munhoz Moya
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Atualizado em: 21/08/2020 por Dr. Fernando Moya

Entenda as formas de tratamento da pseudoartrose de escafoide

A pseudoartrose do escafóide é caracterizada por uma falha na cicatrização óssea de um dos ossos específicos do punho, o chamado escafóide, que apresenta riscos frequentes de fratura. O problema, que geralmente é causado por fatores biológicos ou por deficiência de estabilização, apresenta algumas formas de tratamento específicas e indicadas pelo médico ortopedista especialista em cirurgia da mão.

No post de hoje, falaremos um pouco mais sobre este assunto, e apresentaremos as formas de tratamento adequadas para casos como este. Acompanhe a seguir.

Como é feito o diagnóstico?

Inicialmente, o diagnóstico de pseudoartrose do escafóide é obtido através de exames clínicos, além de exames de imagem que também podem ser realizados, entre eles radiografia e tomografia computadorizada.

Quando alguns desses exames radiológicos acabam não sendo suficientes para constatar o problema, é feito um estudo mais aprofundado, através de uma ressonância magnética.

Opções de tratamento

Após a confirmação do diagnóstico, são indicadas ao paciente algumas formas de tratamento para a pseudoartrose do escafóide.

Caso seja uma pseudoartrose sem desalinhamento, o que falta em geral é apenas dar estabilidade para a lesão, e o médico assistente poderá indicará uma cirurgia corretiva. A cirurgia é mais simples, como a passagem de um parafuso por dentro do osso, somente para ajudar o processo de cicatrização da lesão óssea.

Se existir um desalinhamento entre as partes do escafoide, a indicação não será apenas para estabilizar a lesão com algum método, mas também associar uma outra técnica para corrigir essa falha, através muitas vezes de um enxerto ósseo.

Lesões que acometem o pólo proximal (mais próximo ao antebraço) precisarão de uma cirurgia corretiva um pouco mais delicada, ou seja, será realizado o enxerto ósseo muitas vezes acompanhada de vasos sanguíneos, o chamado enxerto vascularizado. Lógico que essas decisões estarão baseadas nos exames realizados e avaliação médica criteriosa e da experiência do cirurgião.

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Por Dr. Fernando Moya.

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Formado em medicina pela Universidade de São Paulo (USP), com residência em Ortopedia e Traumatologia, pelo instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP. Especialização em cirurgia da mão e microcirurgia também pelo Hospital da FMUSP.

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