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A imagem mostra o Dr. Fernando Moya olhando para a câmera, sorrindo e de braços cruzados.Dr. Fernando Munhoz Moya
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Atualizado em: 24/08/2020 por Dr. Fernando Moya

Rizartrose: as modalidades de tratamento

O que é a rizartrose?

Rizartrose é o acometimento da articulação por desgaste e processos degenerativos, principalmente na base do polegar entre a articulação do trapézio com o primeiro metacarpiano.

Sintomas

  • Dores;
  • Deformidades na região;
  • Dificuldade para executar o movimento de pinça e preensão.

Em geral, esse problema é mais comum nas mulheres a partir dos 40 e 45 anos.

 

Tratamento da rizartrose

Uma vez diagnosticado a rizartrose, cabe a gente discutir quais as modalidade de tratamento.

O tratamento é dividido em dois grandes grupos: o tratamento conservador e o tratamento cirúrgico.

 

Tratamento conservador

O tratamento conservador, basicamente, consiste nas abordagens mais simples, como, por exemplo, a proteção ou a ortetização, que seria o uso de algum modo de tratamento que proteja a articulação, associado a métodos de reabilitação, seja com fisioterapia ou com terapia ocupacional, que é uma modalidade de tratamento um pouco mais específica para problemas de mão.

Complementando com o uso de medicamentos que visam a manutenção do status articular ou tentar diminuir o avanço do problema envolvendo substâncias como, os colágenos e outros tipos que ajudam a manter a vitalidade articular, como as condroitinas e micosaminas.

Vale sempre lembrar que este não é um tratamento de execução rápida, ou seja, a gente não vai perceber uma melhora de imediato, mas a médio e longo prazo costuma ter bastante sucesso.

 

Tratamento cirúrgico

Por outro lado, quando o tratamento conservador não é significativamente interessante para o paciente, demora muito ou não tem uma eficiência tão boa, nós começamos a pensar pelo outro caminho que é o cirúrgico.

O caminho cirúrgico vai depender do tipo do paciente, ou seja, se aquele paciente é muito ativo, tem um trabalho manual muito intenso ou se é aquele paciente que não tem uma atividade tão intensa com as mãos.

A partir dessa divisão, a gente vai estabelecer possibilidades cirúrgicas, por exemplo, para o camarada que tem uma atividade mais intensa, às vezes, fazer uma fusão óssea seja o melhor caminho.

Caso contrário, se o paciente realiza atividades que não requerem tanto esforço da mão, podemos pensar em outros métodos cirúrgicos e que geralmente incluem a remoção da área que está comprometida e a estabilização do primeiro metacarpo através de métodos auxiliares, seja com ligamento, tendão, ancoras ou com próteses.

Existe uma gama grande de possibilidade e vai depender muito da preferência do cirurgião. Geralmente, temos o mesmo grau de satisfação e a cirurgia costuma ser bastante satisfatória para o paciente, alivia a dor e melhora a qualidade de vida.

Mais uma vez, essa é apenas uma breve história e um breve apanhado dessas coisas. O melhor que a gente pode recomendar é sempre uma avaliação com o Médico Cirurgião de Mão.

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Por Dr. Fernando Moya.

 

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Formado em medicina pela Universidade de São Paulo (USP), com residência em Ortopedia e Traumatologia, pelo instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP. Especialização em cirurgia da mão e microcirurgia também pelo Hospital da FMUSP.

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